PERDÃO

 

PERDÃO

A oração “Pai Nosso” não é desconhecida.  Ela contém um pedido de perdão que, porém, está sujeito a uma condição: “Assim como nós perdoamos” repetir esta oração não é difícil. Difícil é essa condicionante.

Há milhares de pessoas enfermas exatamente por não perdoarem. Deus não criou o ser humano para a amargura ou para armazenar rancores. Esta atitude agressiva e mal humorada é causa de intranquilidade que afeta a emoções e desencadeia muitos males físicos.

Certa ocasião visitei uma pessoa no hospital. Logo que entrei no quarto, ela desabafou: “Pastor, quero trocar de médico!”

A razão foi que o medico lhe havia perguntado se ela estava com raiva ou se odiava alguém. Ela achou que o medico não tinha nada a ver com a sua vida particular e não tinha direito de bisbilhotar a sua intimidade.

 O médico diagnosticara que a causa da doença era nervosa e que o nervosismo estava relacionado à sua vida emotiva. E agora eu estava La ouvindo a sua queixa. Li o Salmo32. O v3.  foi à chave: “Enquanto eu mantinha escondido os meus pecados, o meu corpo definhava de tanto gemer”. Ali estava a causa da enfermidade. Que remédio se a de receitar a uma pessoa que vive amargurada? É o remédio do perdão. Quem perdoa livra-se de uma carga. Cura promessa do perdão de Deus para suas próprias faltas. Portanto, a oração do Pai Nosso  levada a sério pode ser uma preciosa medicação, desde que o paciente permita que a palavra de Deus chegue La no fundo de sua vida e implante a semente da honestidade, da sinceridade e da verdade que liberta.

QUEM PERDOA TAMBEM GANHA PERDÃO, ALÉM DE ALÍVIO E LIBERDADE.

Helmuth Matschulat, Curitiba/PR